quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Sabe, podem falar o que for. Podem me criticar a vontade por não dar a mínima para as eleições. E antes que os "cri-cri" comecem: "Depois reclama que o país não vai pra frente...", "Se trata do futuro..." e blá blá blá, gente vamos cair na real? Se essa disputa por saber quem no final vai roubar menos no poder - porque convenhamos né - independente de quem se eleja as coisas continuarão iguais - eu estou fora. Meu voto é branco, nulo. Não quero escolher entre nenhum deles. Afinal, descendo do tão imaginável poder que temos nas mãos, a vida que corre no dia a dia é esse: Abaixa o preço da conta de luz, aumentam o preço da gasolina; O salário mínimo aumenta mas o preço dos produtos também aumentam; Fazer política e inverter dados dois ou um ano antes das eleições faz parte de todo plano de governo, independente de candidato. Poderia continuar com esta lógica, mas acho que já perdi tempo demais falando desse assunto "tão importante". Att: Dona do blog
Era o que eu pensava...
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Uma hora ou outra vou me despedir de todos que amo e isso se designa: inevitável! Construímos sonhos, aprendemos desde cedo que a vida é dura, mas nem sempre estamos prontos á entender que é nesta vida e só nessa, que possuímos tempo para ser feliz. A gente grita como se não soubesse o alcance da voz, e sussurra baixinho as dores que possuí para que ninguém se contagie com o nosso sofrer. É certo que a frase não nos deixa esquecer a verdade: O palhaço é triste! Mas encontra no sorriso alheio uma forma de controlar a sua própria dor, e quem aqui já não fez isso? Quem nunca prendeu o choro para ouvir um amigo contar suas tristezas, e mesmo no pior dos seus momentos tomou a dor alheia e entregou-lhe um sorriso e um ombro amigo? O palhaço é triste! Triste mas atenta a graça segurando seu coração machucado. E a dor vale o preço do som de uma gargalhada? Eu continuo a acreditar que sim, mesmo quando aqui dentro já sinta o coração apodrecer de tanta lamúria, a vontade de fazer alguém feliz já paga o sentimento que nem sempre conseguimos ter. O palhaço é triste! Triste sem fingimento. Não é ator é palhaço. Palhaço que oferece sua energia para as pessoas sugarem. Não faz do picadeiro um palco, mas descobre o seu valor produzindo felicidade para quem está perto. O palhaço é triste, mas não o suficiente para abandonar sua vida. Triste para incentivar a viver. Triste porque a tristeza virou companhia e a alegria uma forma de dizer:" ei! Ainda estou vivo" Att: Dona do Blog
domingo, 10 de agosto de 2014
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