Hoje estávamos sentados numa roda realizando a ultima aula regida pelo professor Leandro. No meio de uma revisão geral, ele começou falar um pouco de seu legado. Contava de suas experiências e histórias e no meio de tudo isso comentou algo que realmente mexeu comigo. Falava então de até que ponto suas raízes estão prezas neste lugar, o que realmente esperamos depois que nos formássemos e ressaltou pela milésima vez o que minha mãe vem falando á séculos: estude, se aperfeiçoe. Engraçado como as coisas são. Como se do nada eu levasse um banho de água fria. Aquela ideologia de viver na barra da saia da mãe já não fazia mais sentido. E que por vez também salientou essa ''parada'' de ter um companheiro. O que não é tão simples. O meu lugar não é aqui, a contagem regressiva começou no momento em que decidi cursar agronomia, a partir desse momento eu deveria saber que não poderia me apegar a ninguém, não a ponto de mudar os meus planos e me fixar como um ''parasita'' ou melhor ''hospedeiro'' em alguém. Afinal se eu tiver que cruzar o país esse tal alguém viria comigo ou eu teria que abrir mão disso? Tudo parece tão longe de um raciocínio quando se tem a mente fechada, quando não se sonha alto. Ele me disse: guria, tu te especialize, faça um curso de inglês seja fluente e influente quanto ao conhecimento que tu quer ter. Desse momento em diante, foi como se eu passasse uma fita isolante nos meus sentimentos e ficasse fria quanto a isso e só me importasse com meu futuro, ou com a futura Eng. Agrônoma. Espero de todo o coração que isso não passe e que esse sentimento realmente blinde qualquer um outro que possa apaga-o. Está na hora de ser melhor pra mim... Att: Dona do blog

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