segunda-feira, 14 de julho de 2014

Malandro por natureza. Não leva muito a sério as bobagens que eu falo, mas me dá corda. Não se prende porque já viveu em cativeiro - quebrou a cara - e hoje prefere a solidão do que ouvir o som das "algemas" conjugais. Possui expressões que cativam meus olhos, e brinca com os palavrões como se fosse jogo sério. Cara de mau mas coração mole, não percebe quem enxerga apenas seus traços fortes que marcam um território com uma placa que diz: " sou um livro fechado". Menino de cidade grande. Rosto de garotão. Pinta de "bad boy". Vez em quando surta com a bagunça dos pratos e louças em geral, desorganização tira-o do sério, por isso insisto: "ainda penso que nasceu no mês de maio".  Abre brecha para as meninas que passam na sua frente, acho graça nesse jeito "cafajeste"  - é claro, no sentido bom da palavra - que ele tem. Nisso tudo eu observo com um apreço curioso. Não prende minha cabeça, já tenho certeza que não passa de uma simples constatação. Att: Dona do blog

Nenhum comentário:

Postar um comentário