Um dia de praia numa cidadezinha engraçada..
Como eu gosto de estar com você!
"Quando eu vivia e morria na cidade", você só queria viver!
Uma vida toda pela frente.
Att: Dona do blog
Faz um favor? Quando não amar mais, saia pela porta como saiu do coração, sem escândalos e sem falar mal. Você já ocupou um lugar que não é muito frequentado, então usar o bom senso continua a deixar a sua boa impressão, aquela que tive desde o começo. Claro, você pode estar pouco "se lixando" pra isso, mas é algo digno, de alguém que é maduro o suficiente pra sair de uma relação numa boa. Algumas pessoas tem o costume de extrapolar, gritar mais alto do que a dor de um fim, mas na real não faça nada que depois de dois dias se arrependa... Enquanto uns rasgam o verbo falando mal da sua ex-companheira a gente fica aqui, olhando e pensando: precisa de um motivo para concluir o fim do relacionamento?? Deixa quieto... Att: Dona do blog
Posso estar perdendo o juízo, realmente, mas me sinto tão bem. Você me achava tão louca... hoje eu não quero saber se isso faz ou não sentido, não me serve, não é? Estou medindo a sua falta com uma caneca de leite em pó quentinho. Isso não é irônico? Posso me recordar dos seus casacos e do cheiro que eles tinham, e nada me faz querer voltar, chorar ou querer te matar. Isso é um bom sinal. Irônico, não é? Estou em junho torcendo pra pular meu aniversário... Comentário que não irá salvar o seu dia, nem o meu, mas poderia ser uma maneira de mudar de assunto. Perdi o juízo e acho que não quero encontra-lo. Estou bem. Mais feliz. Solta. Tomando decisões que nunca achei que conseguiria. Perdendo o medo de encarar as pessoas, de apertar suas mãos mais forte, como aquelas pessoas que fecham contrato, isso não é irônico? Att: Dona do blog


Coisa que você não sabe e por isso que vale a pena. Ganhei um livro a um tempo atrás de um amigo e isso me deixou feliz. Feliz também estava quando perdi o pé direito do meu sapato preferido. Então volte um pouquinho no tempo e veja aquela tarde em que estavam os seus amigos, que após um banho de rio sentaram em cima de uma lona amarela, riram, comeram e jamais voltaram lá. Regresse até a madrugada sentados na calçada da cidade vizinha e da parada no meio do caminho para quase cair de um penhasco. Volte ainda mais, volte naquela rua onde a louca da sua amiga gritou para o rapaz bonito que passava por lá. Viaje até aquela noite no parquinho onde vocês furaram o compromisso na igreja pra terminar a noite dentro de um carro jogando conversa fora, após o carro ficar sem bateria na beira da "prainha". Caminhe nessa linha do tempo. Vá a diante, para frente e para trás. Corra para aquele momento em que deixaram seu amigo sozinho no cemitério cantando e sem entender nada. Volte, mas não tente busca-lo no mesmo dia que abandonaram ele no mirante, porque se não perderia a cena de vê-lo com o corpo fora do carro mostrando os dedos (feios) numa pista de três faixas. Passeie pela casa daquele mesmo rapaz que você fez nós nas mangas das camisas e depois tomou o iogurte dele e guardou os potinhos sujos na geladeira. Vá para final de novembro. Onde era madrugada e ele lhe dizia: você com sono é mais louca ainda. Mais atrás, reconheça o rosto daquele moço que você deu um CD que nem seu era e de todas as risadas que deram com "os perdidos de Curitiba". Não esqueça de dar uma passadinha para ver seu amigo colocar os óculos escuros que antes foi posto no traseiro do cachorro. Falando em cachorro, Regresse até encontrar o dia que quase matou seu outro amigo, quando tentou se defender do cachorro imprensando sua cabeça na porta do carro. Passe bem rapidinho, mas bem rapidinho mesmo, por aquele momento: vem pro meu mundo. Passou bem rápido que quase ia esquecendo de lembrar da rodinha de amigos no interior Caroveira, que medo e que susto. Mas não vamos falar de assombração que você irá lembrar da provocação que foram fazer lá no Contestado e da sacolinha que na verdade você sempre soube que era uma assombração. Então descanse um pouco na lembrança da casa do seu amigo que casou a pouco tempo, lá naquela casa que você disse que ele iria vender pra você. Corra no tempo e vá para o primeiro do ano, assista mais uma vez o único filme que viram até o sol nascer para ver se prestou a atenção no final. Volte e veja em replay as duas vezes que você cortou a frente da combi. E se preciso for admita que vocês entraram na lanchonete só pra usar o banheiro. Caminhe sobre tuas lembranças. Pare no posto tomar um café e ganhar o abraço mais apertado que ganhou. Recorde que você sempre ia dormir quatro, cinco horas da madrugada e levantava as sete e meia pra ir trabalhar, e que mesmo assim você acordava muito feliz e sem reclamar. Volte para as vezes que saiam pra tomar seis milk shakes numa tarde apenas. O nosso sonho não acabou. As fotos do rio Irani ainda estão aqui. E seus amigos também. Corra imediatamente para aquele congresso de jovens que teve um final feliz, o pregador cantou o que tanto ensaiamos. Vai lá e tira o amigo secreto feito na loja. Lembrou né. Corre passar a noite no hospital por que ele não podia comer camarão. E volte pra dar um OI FAMILIA. Volte, mas não faça isso o tempo todo.