terça-feira, 13 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Me falta um pouco de poesia. Seja em decisões, palavras, ações ou jeitos.. me falta. E a falta sufoca, como se fosse dona da alma. Meus olhos já enxergaram horizontes bem mais longes, hoje eles descansam ao cair das pálpebras, infelizmente por um não-querer. Me falta a danada da poesia, a cortesia que tornava tudo mais colorido, um abrigo pra fugir desse caos. Um cais tão seguro quanto o teu abraço, uma prosa ou trova que me fizesse recordar. Hoje me falta a poesia.
sábado, 3 de maio de 2014
Tive uma conversa muito boa hoje. Sobre a vida. Essas coisas sabe de existir...
Me surpreendi de uma forma inquestionável quanto ao que ele pensava a respeito. Dividir a visão das coisas é simplesmente fascinante, mas analisar tudo isso da maneira como ele enxerga, os detalhes, foi inexplicável. Estou bem surpresa por conhecer um lado que antes não havia visto. Tenho esse meu jeito de ficar vidrada no comportamento das pessoas. Sou apaixonada pelas expressões, pelas personalidades alheias. Me encanta. Sou sensível com o olhar. Sim, presto a atenção na maneira de convívio que existe, seja quem for. Porquês são os meus fortes. Sempre presente, de todas as formas. Seja um porque curioso ou chato, eles fazem parte da minha essência, afinal o que move o mundo não são as respostas, mas sim as perguntas (PORQUES). Bom, pude concluir nessa prosa toda é que ele realmente é uma caixinha de surpresas, boas.. ATT: Dona do blog
Me surpreendi de uma forma inquestionável quanto ao que ele pensava a respeito. Dividir a visão das coisas é simplesmente fascinante, mas analisar tudo isso da maneira como ele enxerga, os detalhes, foi inexplicável. Estou bem surpresa por conhecer um lado que antes não havia visto. Tenho esse meu jeito de ficar vidrada no comportamento das pessoas. Sou apaixonada pelas expressões, pelas personalidades alheias. Me encanta. Sou sensível com o olhar. Sim, presto a atenção na maneira de convívio que existe, seja quem for. Porquês são os meus fortes. Sempre presente, de todas as formas. Seja um porque curioso ou chato, eles fazem parte da minha essência, afinal o que move o mundo não são as respostas, mas sim as perguntas (PORQUES). Bom, pude concluir nessa prosa toda é que ele realmente é uma caixinha de surpresas, boas.. ATT: Dona do blog
terça-feira, 29 de abril de 2014
Por falar em infância deu saudades de tudo. Sabe aquele filme: Esqueceram de mim? Pois é, me assemelho muito com o personagem. Eu era uma peste. Dei muita dor de cabeça para meus pais e vizinhança. Aprontava sempre. Apanhava todo dia e quando não apanhava pelo menos uma vez por dia achavam que eu estava doente, e sim estava. Até abri um sorriso me recordando da cara da minha nona que me falava: "maninha (meu apelido) tu não pode ser assim, tu tem que se comportar". Que se comportar o que, eu queria era chamar a atenção mesmo. Risquei dois carros e com uma inteligência fora do comum ainda escrevi meu nome, sabe, estava na primeira série e era emocionante escrever seu próprio nome, principalmente na lataria do carro. Quebrava as coisas e colocava a culpa nos outros, não que resolvesse, afinal todos sempre desconfiavam de mim. Minha irmã não era uma boa cumplice, tinha um defeito grave, não sabia mentir. Simplesmente não conseguia dizer "eu não sei de nada" ou "a gente já encontrou assim", cara ela ficava vermelha mas tão vermelha e começava a se esquivar, pronto, não precisava uma palavra pra mãe descobrir a verdade. Quantas e quantas vezes arrastava pelos cabelos minhas amiguinhas pelo fato de não concordarmos e não darmos o braço a torcer. Cada dia eu inventava algo pra estragar a paz em casa. Desde um beliscão até coisas mais sérias como tacar um pedaço de pau com prego bem no meio da testa da filha da vizinha, sim, hoje eu realmente tenho consciência do que fiz, mas naquela época era uma disputa pelo balanço! Ah e só pra constar eu não matei ela, só levou alguns pontos... Sujar lençóis nos varais alheios também era algo bem interessante, assim como passar trote na vizinhança, afinal telefone fixo era novidade naquela época. Subir nos móveis nem se comenta né. Quebrar as coisas nem se fala, ainda mais se eram novas. Ir brincar e deixar a mãe louca em casa de preocupação por ser já oito horas da noite era sempre motivo de ter mais um encontro com a "varinha" da mãe. Quebrá-la nunca resolveu nada, pois árvores era o que mais tinha ao redor de casa, mas não custava tentar, até lançarem o chinelo "Ryder" (acho que é assim que se escreve). Bom, não tinha nem como escapar daquela "arma". Duro pra caralh*. Doía pra caramba mesmo. Engraçado, mas a palavra mais perigosa da infância era: piu! Sim, minha mãe após me surrar dizia: "Pare de chorar, não quero ouvir mais nenhum piu!!" E a boca aberta aqui que não conseguia ficar quieta retrucava ela após virar as costas: "piu", pronto, uma chinelada a mais por isso. Mas tudo valeu a pena. Me divertia em apanhar. Confesso que era doido, mas sei lá, ser uma peste tinha seus lados bons.. Att: Dona do blog
Não sei como foi a tua criação, em que ambiente sua infância foi construída. Eu passei a maior parte da minha vida feliz. Feliz com pouco. Mas bem feliz. É claro, reclamei muito já. Já banquei a ingrata também, mas acredito que aprendi muito. Quando era pequena convivi com minha prima- irmã. Minha mãe a adotou antes mesmo do meu nascimento. Irmã. Ou melhor, no simples Susi. Ela é uma garota simplesmente fantástica e cá entre nós, por ter aturado esse terror que fui com certeza irá para o céu. Nossa família era simples. Meu pai e minha mãe nunca nos deixou faltar nada. Mas também não tínhamos luxos, ou como diziam: supérfluos. Vez em quando inventávamos moda, queríamos ter aquilo que as outras crianças tinham. Naquele tempo dinheiro aqui em casa era algo contado, então nossos pais não tinham como nos dar aquilo que queríamos. A gente até entendia. Quando íamos no mercado, nossa mãe já nos avisava antes: "escolhem um doce ou alguma coisa que vocês querem comer, não peçam as coisas que a mãe não vai dar." Sabíamos que eles não nos davam porque não tinham ou até mesmo para que aprendêssemos a não ter tudo que queríamos. Nos finais de verão, o pai trazia lenhas do mato, o inverno se aproximava então procurava trazer alguns metros de lenha para sustentar o fogo durante o frio. Nessa época nosso trabalho era empilhar lenhas. Passávamos a tarde fazendo isso. Depois do serviço concluído a mãe inventava algo, uma pipoca doce e a gente fazia festa. Brinquedos me lembro que tive, todos simples, mas estávamos mais costumadas a brincar com a terra. Também fazia da caixa de papelão onde ficavam as pantufas um avião. Me recordo da mãe vir brincar de pular corda conosco. Já o pai não. Ele não era muito participativo com essas coisas. Mas vez em quando jogava bola comigo no final da tarde. Me lembro bem do meu tio, ele sim brincava com a gente, principalmente de caçador. Não tem como esquecer de mencionar a peste que eu era. Menina levada. Menina do mato. Vivia nas capoeiras, queria ser que nem meu pai, achava que assim ele me daria atenção. Atenção. Coisa triste que marcou esse período. Talvez por ter sido a caçula por muito tempo e logo em seguida os holofotes virarem todos para meu irmão tenha me transformado nessa menina um pouco fria e revoltada. Na verdade isso não seria desculpa pelos meus atos irados durante a infância, não seria? Bom isso eu já não sei. Mas senti por um tempo muito longo a ausência de alguém vir sentar do meu lado e me elogiar. Fazia falta. Bom, nessa parte não quero me estender. Ainda não superei muito bem. Mas aprontei muito mesmo. Apanhava quase todo dia. Apanhava porque merecia. E acho que essa parte de apanhar é essencial para se educar ( psicólogos, educadores que me perdoem mas é verdade!). Sabe levo muitas recordações desse tempo. Não fui mimada por ninguém, e isso me fez bem. Apanhei, não ganhei tudo que queria, passei vontades, não tinha grana pra comprar o que os outros tinham, mas tudo isso me fizeram ser diferente, e acreditem EU NÃO MORRI pela falta disso ou por viver assim. Hoje as coisas procedem de outra forma. Vivemos bem, temos uma renda consideravelmente bem alta. Poderia ter tudo agora, mas mesmo assim meus pais fazem questão de nos lembrar que a essência de tudo não está no que eu quero de mão beijada, mas sim no suor de alguém que sabe que vai conseguir através do seu próprio esforço... Att: Dona do blog
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Eu nem sei o que escrever. Nojo. Repulsa. Tristeza. Raiva. Passa de tudo um pouco. Mais uma vez a mocinha caiu do cavalo, contos de fadas não são para ela... Talvez nem merecesse isso. Viver a vida real sem príncipes encantados não seria uma tarefa árdua, mas seria bom se alguém a fizesse feliz. Sim, feliz. Feliz como muitas pessoas por aí. Com um abraço apertado, com palavras gentis, com alguém que não a fizesse de brinquedo. Alguém que a assumisse, que soubesse expressar. Príncipe? Talvez ela não faça mesmo questão de conhecer um. Gostaria apenas de encontrar um rapaz simples e disposto a aceita-la como ela realmente é, maluca, comunicativa, engraçada, chata... Ela acreditou nele, mais uma vez. Acreditou quando ele a beijou depois de tudo, de dois fins. Ela sentiu de novo a alegria de estar ao lado dele, de sentir ele sobre seu corpo, como também novamente chorou dias depois... Ela quis virar gente grande e dizer que vai superar, ela superou antes, por que não iria superar agora? Superar e esperar? Não, ela cansou. Casou com o desgosto. Esperou tanto que viu os últimos anos escorrer pelas mãos presa em uma ilusão. Dói? Se perguntar isso a ela com certeza poderá lhe dizer as milhares de formas no qual sentiu o impacto de tudo isso. Agonia vem a mente quando olha para trás e vê tudo o que fez e como está agora. Igual. Inerte. Doença da parte dela em acreditar mais uma vez? É possível alguém conseguir ser tão vulnerável assim? Eu não sei... Att: dona do blog
terça-feira, 22 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Me encanta. Não sei mais o que dizer. Simples. Ou não, meio complexo... Difícil manter contato com alguém de longe, ou melhor, nunca consegui manter contato com alguém que morasse a mais de 10 km da minha casa. É claro, exceto essa peça aí. Diferente. Bem longe do comum. Sei lá. É como se a vida tirasse-o de dentro de uma cartola! Coisas boas costumam acontecer assim, do nada... Att: Dona do blog

Cara ela é louca de pedra! Na vida esse lance de conhecer pessoas sem se lembrar direito como começou a conversar é a maior doideira. Foi assim com ela. Não me recordo como ficamos amigas, até me esforço, mas não sei mesmo. Sabe, ela é daquelas que topa ser vida louca junto com a gente. Do tipo que te surpreende ao baixar o vidro do carro e gritar:" Seu lindo!" para o rapaz que nunca viu antes na vida e ficar rindo como uma maluca quando demos meia volta só pra ouvi-la gritar novamente outra coisas.. Muitas histórias mesmo, tantas que daria para escrever três livros numa só pegada.. Att: Dona do blog
Vou "roubar" algumas frases do Fabio Chap que falam exatamente o que está se passando por aqui..
"A verdade é que tá foda. Ontem descobri que o amor da minha vida encontrou o amor da vida dela. Quando vieram os papos de aliança dourada, eu quis desconversar, mas não teve jeito, meus amigos disseram alto: ‘Esquece de vez. Ela vai casar’.
"A verdade é que tá foda. Ontem descobri que o amor da minha vida encontrou o amor da vida dela. Quando vieram os papos de aliança dourada, eu quis desconversar, mas não teve jeito, meus amigos disseram alto: ‘Esquece de vez. Ela vai casar’.
Palavra não é revólver, mas mata tanto quanto. Não sejamos hipócritas, o sorriso de quem a gente ama também nos deixa destruídos no canto. Basta que não tenha sido ao nosso lado que os lábios, felizes, se abriram. E não entro em exageros de depressão e o caralho que for. Falo de perder o chão, as estribeiras, entender o que é dor. Ainda não sei o que vale a pena nessa vida. Porque nos apresentar pessoas tão distintas e marcantes se logo depois vai nos tirar à força? Talvez eu ainda precise entender que felicidade é o beijo que se dá no presente, não planos de futurismos baratos."
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Eu pensei em bancar a leviana e puxar qualquer assunto contigo pra matar aquela saudade. É engraçado esse meu jeito masoquista de te querer por perto. Por vez não retalhe como se eu fosse doente, apenas me apego fácil demais em quem me cativa. Olha, fiquei treinando milhões de frases prontas pra te dizer, e cá entre nós, ainda bem que minha coragem é nula. Você pode acreditar que isso seja mais uma das tantas besteiras que eu falo e pode até não dar a mínima, mas caramba, eu sinto a tua falta. Não sei como é pra você essa ausência de contato. Tão pouco tenho tido oportunidades de me informar sobre, mas independente de qualquer coisa eu penso: porque eu ainda sinto a tua falta? Você poderia me ajudar a responder não é? Porque raios as coisas boas das quais vivemos não conseguem ficar estáticas como uma fotografia velha num álbum?
sábado, 5 de abril de 2014
Hoje estávamos sentados numa roda realizando a ultima aula regida pelo professor Leandro. No meio de uma revisão geral, ele começou falar um pouco de seu legado. Contava de suas experiências e histórias e no meio de tudo isso comentou algo que realmente mexeu comigo. Falava então de até que ponto suas raízes estão prezas neste lugar, o que realmente esperamos depois que nos formássemos e ressaltou pela milésima vez o que minha mãe vem falando á séculos: estude, se aperfeiçoe. Engraçado como as coisas são. Como se do nada eu levasse um banho de água fria. Aquela ideologia de viver na barra da saia da mãe já não fazia mais sentido. E que por vez também salientou essa ''parada'' de ter um companheiro. O que não é tão simples. O meu lugar não é aqui, a contagem regressiva começou no momento em que decidi cursar agronomia, a partir desse momento eu deveria saber que não poderia me apegar a ninguém, não a ponto de mudar os meus planos e me fixar como um ''parasita'' ou melhor ''hospedeiro'' em alguém. Afinal se eu tiver que cruzar o país esse tal alguém viria comigo ou eu teria que abrir mão disso? Tudo parece tão longe de um raciocínio quando se tem a mente fechada, quando não se sonha alto. Ele me disse: guria, tu te especialize, faça um curso de inglês seja fluente e influente quanto ao conhecimento que tu quer ter. Desse momento em diante, foi como se eu passasse uma fita isolante nos meus sentimentos e ficasse fria quanto a isso e só me importasse com meu futuro, ou com a futura Eng. Agrônoma. Espero de todo o coração que isso não passe e que esse sentimento realmente blinde qualquer um outro que possa apaga-o. Está na hora de ser melhor pra mim... Att: Dona do blog
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Ele me falava bastante sobre morte e o que possivelmente vai nos acontecer, pensei e ironizei: " vamos fugir, eu não quero morrer". Agente costumava rir sobre tudo isso, sem peso na consciência, sem pensar que sim, somos um "saco de batatas", carbono puro em sua forma mais insignificante a nível humano, mas necessária ao ver da natureza. Nascer, crescer, fazer besteiras, ficar velhos e ir definhando. Esse seria o ciclo. A quase lógica. Repito QUASE lógica. No meu ver, filosofadas de uma época de faculdade. A vida é pequena pra questionar o certo ou errado, pra viver em tradições. Me falava mais ainda, que o suicídio começava por dentro, por hora achei um comentário obvio e um tanto quanto babaca, mas depois aquilo ficou martelando aqui dentro e percebi da forma mais cafona que sim, desfalecemos até o fim certeiro. Seja de qualquer maneira, seja um falecimento sem corpo presente ou com, seja com a morte de sentimentos onde você se afunda com eles, ou simplesmente morre com a rotina, com problemas pequenos, com suas contas, com o ''faz de conta'', com tudo isso. Att: Dona do blogterça-feira, 25 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
Todo mundo merece um amor. Um amor de verdade. Tipo os de filme, tipo assim, mas de verdade. Um amor com crises de ciúmes, daqueles que cause uma discussão e que no meio da discussão comecem a rir um da cara do outro e logo as pazes seria o próximo passo. Um amor maluco que te carregasse no colo enquanto você grita: "eu vou cair, me coloque no chão!!". Um amor muito apaixonado, daqueles que sobem numa cadeira no meio da lanchonete e que diga pra todo mundo: "eu sou um babaca e essa guria que está na minha frente é o amor da minha vida". Um amor que topa tudo, que topa molhar o traje social num banho de chuva numa noite bem fria. Um amor paciente que te ensine a tocar violão mesmo você não sabendo o que significa fá maior. Um amor que não te esqueça e que de vez em quando deixe um bilhete escrito a mão no meio de suas coisas. Um amor de domingo que mesmo sem nada pra fazer tem-se muito de conversa pra por em dia. Um amor que bata em sua porta de madrugada pedindo perdão por ser um imbecil. Um amor que não se importe em dar o braço a torcer e que te procure sempre que der saudades, mesmo sendo só pra te contar que andou cansado ou que achou uma moeda na rua. Um amor que te abrace e te faça esquecer o porque do dia tão triste. Um amor que saiba partilhar teu sorriso e multiplicar sua alegria. Um amor que lhe faça falta quando estiver ausente, mas que acima de tudo sempre esteja perto, mesmo longe. Att: Dona do blog
sexta-feira, 21 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
A gente sempre tem do que reclamar e é assim que começo minha história. Narrar fatos e ser precisa é muito difícil pra mim, por isso não me condene caso você se perca no meio do caminho... Bom, nunca fui uma pessoa organizada e minha mãe sabe disso. Vive dizendo pelos cantos: "mas também, nessa bagunça você nunca vai achar nada mesmo..." e realmente ela sempre esteve certa. Em todos os sentidos sou desorganizada, não me encaixo em rotina alguma, tenho sérios problemas em deixar as coisas em ordem, esclarecidas e meu quarto abriga o espelho de toda essa confusão. Mãe eu não sou como você gostaria que eu fosse. Não é de culpa da minha criação, mas sim do conforto em que sinto por ver tudo "livre", no vulgo "jogado". Outro ponto peculiar é minha falta de interesse, geralmente não vou muito de atrás das coisas, faço pela metade, começo empolgada e acabo ficando enjoada do que quer que eu faça. Mãe eu não sou como você gostaria que eu fosse. E isso me deixa triste, mas não o suficiente para pensar em mudar. Não sou tão responsável assim e geralmente sou muito preguiçosa, é o dia que não está legal, é o meu mal humor do cão, é o desânimo de acordar cedo ou o desespero de ir dormir tão tarde. Mãe eu não sou como você gostaria que eu fosse. O meu nível de importância é muito baixo e isso acaba causando muitas frustrações, em mim mesma e em qualquer pessoa que esteja junto comigo. Tenho a mania chata de por meus problemas no centro das atenções, onde não sou uma boa amiga em ouvir os problemas dos outros porque sou obcecada pelos meus. É irritante conviver com uma pessoa assim, ou pelo menos imagino que seja. Sou egoísta mas não porque eu quero, mas por impulso. Sempre me encontro no extremo, você nunca vai me achar no mais ou menos.
Não, não sou bipolar, mas acho que tenho dupla personalidade. Mãe eu não sou como você gostaria que eu fosse.... Att: Dona do blog
terça-feira, 11 de março de 2014
Att: Dona do blog
segunda-feira, 10 de março de 2014
Saímos daqui como sempre fazíamos, nada programado, sem saber ao certo o que faríamos naquele lugar, que de primeira nos parecia mais pacato do que a nossa cidadezinha. Bom, se for pra comentar o quanto a gente riu e se divertiu faltaria carácteres. Andamos por várias ruas, viramos vários pescoços, fomos cantadas, uma por bêbado outra por uma lésbica, tiramos fotos de casas feito doidas na rua e foi numa lanchonete com aparência de caixinha de fósforo frente á uma igreja, que comemos o melhor pastel que já poderia ter experimentado. Por certo até saiu um "Quando a gente vir aqui, a gente vem de novo aqui" e uma travessia meio suspeita como: "MiriAAAn olha o carro, mas pode ir..." Acreditem, entendemos que estávamos nos divertindo como antes e porque não dizer até mais que antes? Tudo estava bom, esse passeio louco sem rumo e sem ser planejado nos fez perceber que a gente por si só é a alegria em pessoa. Faz de um nome Podre ficar De Rica (Pode de Rica), faz da pacatidão o centro das atenções, faz do dia chatinho virar festa. E é isso. Temos algo de diferente, somos luz, alegria, contagiamos quem está perto e com a gente não tem tempo ruim. Não é questão de modéstia, porque toda modéstia é falsa e nós somos mesmo tudo isso e muito mais. Att: Dona do blog
Há tanta energia guardada dentro de nós e usamos tão pouco. Todos sempre dizem que se concelhos fossem bons não seriam de graça, acho isso um tanto quanto exagerado, não estamos tão capitalizados assim não é? Pois bem, mas aqui vai um: (aproveitando o vocabulário de um escritor bloggueiro muito conhecido por ai) "Não morra sem cometer algumas loucuras". Sim, não estou falando sobre assaltar um banco ou nadar nua em um rio (até que não seria uma má ideia), mas o que eu quero dizer é loucuras que eu, você, nós podemos fazer a qualquer momento, sozinhos ou com algum outro doido que tope ser sem noção também. Quem não quer ter histórias pra contar para os netos? Então não fique ai parado. Acorde cedo, pegue a estrada e faça sua história, faça acontecer. Lembre-se que o que cai do céu é chuva e vez em quando aviões, então corra porque o tempo, ah esse voa. Att: Dona do blog
quinta-feira, 6 de março de 2014
Caramba, como já devem ter percebido meus posts estão hiper deprê, não que eu realmente esteja ou seja assim, mas é o que sai quando converso comigo. Aqui eu falo o que sinto. Deve ser acumulo... Não consigo falar pessoalmente para as pessoas como estou, então está sempre tudo muito bem. Isso de alguma forma não é de todo o ruim. Só queria mesmo esclarecer que eu não sou desse jeito, que só fala em dor ou em sofrer e choraminga pelos cantos, mas aqui isso vai ocorrer com frequência. Geralmente venho para o "Peripécias de Aline" quando estou me sentindo mal ou sozinha. É como se eu contasse tudo ou quase tudo para todo mundo, só que sem contar sabe.. Aqui tudo é anônimo, menos eu e minha história. Att: Dona do blogEmbaralhei palavras que vi e li de outras pessoas e pensei sobre..
terça-feira, 4 de março de 2014
Hoje indo pra Concórdia pensei comigo: Poxa, como eu gostaria de que o Xérsu estivesse indo com a gente... Até cheguei a comentar: Vamos chamar o Xérsu. Mesmo sabendo que seria impossível.
Eu não sei porque a cisma, mas faz dias que sinto a falta dele. Sabe aquela pessoa que você realmente admira e quer estar perto porque sabe que teria muitas histórias engraçadas pra contar porque ele é engraçado? Eu sinto a falta dele e não sei explicar. Me sinto bem, a vontade com ele, do tipo "em casa". Posso brincar, chorar minhas pitangas com ele que ele não vai me entender mal, até mesmo posso cantá-lo sem segundas intenções. Não é amizade, é como se ele fosse meu irmão de verdade, de sangue, é estranho. PS: pelo amor de Deus não vão achar que isso é algum tipo de paixão ou declaração ok? Porque não é. Att: Dona do blog
Eu não sei porque a cisma, mas faz dias que sinto a falta dele. Sabe aquela pessoa que você realmente admira e quer estar perto porque sabe que teria muitas histórias engraçadas pra contar porque ele é engraçado? Eu sinto a falta dele e não sei explicar. Me sinto bem, a vontade com ele, do tipo "em casa". Posso brincar, chorar minhas pitangas com ele que ele não vai me entender mal, até mesmo posso cantá-lo sem segundas intenções. Não é amizade, é como se ele fosse meu irmão de verdade, de sangue, é estranho. PS: pelo amor de Deus não vão achar que isso é algum tipo de paixão ou declaração ok? Porque não é. Att: Dona do blog
Faria a diferença se eu partisse e não escutasse o que você tem pra me dizer porque você não sabe se deve ou não falar? E pra mim, faria diferença se todas as coisas que eu quisesse viver eu não vivesse? Seria bobagem demais acreditar que me arrependeria de não ter corrido mais uma vez de atrás dos meus sonhos ou de você? E se eu morresse hoje será que minha mãe conseguiria viver? E aquela liberdade que eu tanto procurei em vida será que escorreria pelos meus dedos num segundo quando visse tudo escurecer? Imaginou quanto falta não faria para quem me amou de verdade e quantas pessoas iriam descobrir que me amavam, admiravam ou até me odiavam por ser assim, esquisita, tagarela, maluca? Quantas saudades eu sentiria de dar dois nós nos meus cadarços toda vez que ia amarrar o tênis? E quanta agonia sentiria por não poder mais sentir o cheiro de café preto esfriando? Já parou pra pensar? E minhas coisas ficariam aonde? Com quem? Postariam comentários e comentários nas redes sociais dizendo o quão amável eu era, mesmo eu sendo um maracujá azedo? E todos os momentos incríveis que passei com meus amigos não passariam de apenas lembranças pra quem estivesse vivo? O que aconteceria com os risos, as ideias sem noção, das peripécias de ir no rio ou pra concórdia ou até simplesmente das horas que passamos dentro do carro conversando sobre a vida, o 01, 02, 03 e o 04?E os meus sentimentos? E se eu morresse hoje faria alguma diferença? Faria alguma diferença pra você que me julgou o ano inteiro, que não me estendeu a mão, que sempre achou que eu estivesse feliz porque via meu sorriso, mas nunca notou o quão triste eu estava? faria mesmo a diferença? Faria a diferença falar que eu não estava no caminho certo, mas todas as vezes que passava por mim fazia questão de me ignorar? Sinceramente não sei...Falar de morte é complicado, falar em morrer é mais ainda. Mas ainda bem que temos tempo para falar disso, já pensou se não tivéssemos?
Att: Dona do blog
Att: Dona do blog
E quem disse que a dor não te faz crescer? Que a dor não diminui tua simpatia mas aumenta tua frieza? A dor ensina. Com a dor você se acostuma. Mas não é pra sempre que dói. Falar nisso é tão estranho, porque ao mesmo tempo que você procura a cura para o que te incomoda você acredita que já superou e superou mesmo, nem que seja por segundos, mas superou... Quem disse que a dor não te faz crescer? Se mesmo com ela você levanta todos os dias e pensa: "Vou esquecer disso" e mesmo que você não esqueça e que chegue no final do dia e teus pensamentos não conseguiram deixar de lado, você aprendeu que pode continuar, não com essa dor, mas com tua vida á parte. Sabe, é difícil pra mim falar em dor ou não. Sou muito jovem pra sofrer, se é que sofro por alguma coisa, mas vale tudo até a gente saber pelo que mesmo estamos passando. Sem crises, vamos novamente nos entender... Att:Dona do blog
domingo, 2 de março de 2014
As pessoas falam sempre o que não sabem. É a tua roupa, o teu vocabulário, seus apetrechos, como você anda, com quem e quando sai. Mas na real isso é receio porque tua felicidade é luz e isso costuma incomodar quem está na escuridão. As pessoas são cruéis sim. Não generalizo também, mas boa parte é. Afirmo e reafirmo, as pessoas falam sempre o que não sabem, afinal, ninguém acorda com teus pensamentos e segue o dia conforme a realidade que seus pés percorrem. Ninguém sabe de teus sentimentos, de tua tristeza ou da tua alegria. O que sabem é o que você expõe e nem sempre demonstra o que verdadeiramente sente. Fácil criticar, caluniar, fácil é dizer qualquer coisa, falar só porque tem boca, voz.. Difícil é entender, pensar na dor alheia, na tristeza que sim, todos sentimos, seja no hoje ou no amanha, mas num determinado momento todos nós nos sentimos um pouco "down". Rotular ou separar as pessoas porque elas são diferentes da gente é ignorância, afinal olhe para as suas mãos, teus dedos são todos diferentes e a importância deles serem assim para as funções de suas mãos são infindas. Está me entendendo? Você não precisa de ninguém que te fale como se portar, se você é ou não cristão, se você tem ou não luz, se tuas companhias são as melhores ou nem tanto, se seu guarda-roupa está de acordo com a moda, se suas atitudes passam uma boa imagem pra você, afinal, quem tem que viver sua vida não as pessoas. Viva como quiser.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Não pensei naquilo que me deixa triste. Evitei assuntos que eu nunca vou entender. Sai e realmente me diverti. Ri pra caramba. Falei "eRado" sem culpa. Comi, comi,comi mas bastante e por isso ouvi um: "Perna oca e cabeça louca". Me senti bonita, de bem comigo mesma. Não fiz nada de extraordinário e estava maravilhosa. Com duas companhias e uma certeza, que aquilo me bastava. Conheci gente que veio de Curitiba, muito malucos pelo sinal, estavam só de passagem por aqui... Doei um CD original que nem meu era, mas fiquei satisfeita por ter feito. Fui cantada e encantada por algumas histórias. Me deixei livre, não pensei na prisão que minha vida tem sido até agora. Me sinto bem, mas bem de verdade. Com a alma leve e o coração solto. Acredito que tem alguma coisa mudando aqui dentro.. Esperanças de tempos bons á vista e quem sabe um novo amor também.. Att: Dona do blog
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Eu estava cantando bem de boa, aí ela me olhou e pediu: Você gosta dessa música?Eu sem pensar em nada e de forma automática respondi um espontâneo: Siiiiiiiiiimmmmmmmmm
A mesma retrucou: Então não estraga a música!
Caramba eu ri pelo humor Sheldon Cooper que havia pairado sobre ela. De boa, sensacional.. ATT: dona do blog
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