Era o que eu pensava...
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Era o que eu pensava...
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Uma hora ou outra vou me despedir de todos que amo e isso se designa: inevitável! Construímos sonhos, aprendemos desde cedo que a vida é dura, mas nem sempre estamos prontos á entender que é nesta vida e só nessa, que possuímos tempo para ser feliz. A gente grita como se não soubesse o alcance da voz, e sussurra baixinho as dores que possuí para que ninguém se contagie com o nosso sofrer. É certo que a frase não nos deixa esquecer a verdade: O palhaço é triste! Mas encontra no sorriso alheio uma forma de controlar a sua própria dor, e quem aqui já não fez isso? Quem nunca prendeu o choro para ouvir um amigo contar suas tristezas, e mesmo no pior dos seus momentos tomou a dor alheia e entregou-lhe um sorriso e um ombro amigo? O palhaço é triste! Triste mas atenta a graça segurando seu coração machucado. E a dor vale o preço do som de uma gargalhada? Eu continuo a acreditar que sim, mesmo quando aqui dentro já sinta o coração apodrecer de tanta lamúria, a vontade de fazer alguém feliz já paga o sentimento que nem sempre conseguimos ter. O palhaço é triste! Triste sem fingimento. Não é ator é palhaço. Palhaço que oferece sua energia para as pessoas sugarem. Não faz do picadeiro um palco, mas descobre o seu valor produzindo felicidade para quem está perto. O palhaço é triste, mas não o suficiente para abandonar sua vida. Triste para incentivar a viver. Triste porque a tristeza virou companhia e a alegria uma forma de dizer:" ei! Ainda estou vivo" Att: Dona do Blog
domingo, 10 de agosto de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
Tenho uma habilidade incrível de participar de situações fora do comum. Era pra ser um domingo "light", entretanto a emoção de uma boa história não poderia deixar de passar em branco, não é? Bom, o combinado era ir assistir um jogo de futsal e como trato é trato fomos até lá. Estávamos nós três. No decorrer da partida uma das meninas avistou o seu Ex - que é doente de paixão por ela - na arquibancada. Passamos por ele pra ir comprar pastel, mas não imaginávamos que - para encurtar a história - iria acabar numa perseguição. Fomos para o estacionamento onde o barraco aconteceu. O tal Ex foi conversar com ela do lado de fora do carro, e no vai e vem da discussão ela o aconselhou a comprar um perfume pois ele exalava um cheiro muito forte - coisa que só mesmo uma louca faria -. Discutiram mais um pouco até o momento em que ele mordeu o braço dela, seguido de uma tentativa de beijá-la - pobre coitado - no instante seguinte ela, com a força de um "macho alfa", meteu um soco na cara dele. Após o ocorrido, ligou o carro e fomos em direção ao centro onde iríamos buscar uns amigos nossos. Entretanto o maluco começou a nos perseguir, e ela começou a acelerar valendo. Na esquina da igreja fez uma curva tão fechada que quase capotamos e atropelamos pessoas que estavam indo para a missa - repito QUASE - mas seguimos com o trajeto e com a emoção daquela situação que parecia coisa de filme. Chegamos no local e bem rapidamente gritamos para eles: "- vamos! vamos! Entrem, estão nos perseguindo!!" Eles sem entender muito bem o que estava acontecendo pularam dentro do carro. Bem no fim a noite terminou com ela dizendo: " volto depois, vou ver se acho alguém pra bater". Depois desse dia percebi que a sorte de ter peripécias assim fazem toda a diferença na vida que a gente leva... Att: Dona do blog
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Malandro por natureza. Não leva muito a sério as bobagens que eu falo, mas me dá corda. Não se prende porque já viveu em cativeiro - quebrou a cara - e hoje prefere a solidão do que ouvir o som das "algemas" conjugais. Possui expressões que cativam meus olhos, e brinca com os palavrões como se fosse jogo sério. Cara de mau mas coração mole, não percebe quem enxerga apenas seus traços fortes que marcam um território com uma placa que diz: " sou um livro fechado". Menino de cidade grande. Rosto de garotão. Pinta de "bad boy". Vez em quando surta com a bagunça dos pratos e louças em geral, desorganização tira-o do sério, por isso insisto: "ainda penso que nasceu no mês de maio". Abre brecha para as meninas que passam na sua frente, acho graça nesse jeito "cafajeste" - é claro, no sentido bom da palavra - que ele tem. Nisso tudo eu observo com um apreço curioso. Não prende minha cabeça, já tenho certeza que não passa de uma simples constatação. Att: Dona do blog
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Pai é herói né gente? Mesmo que a ''casca'' não deixe o braço torcer de dar um abraço. Pai é só um e coisa que eu não vou ser ( é claro). Acho que por esse motivo me faz sentir assim tão próxima e querer ser que nem ele. È engraçado, mas tem coisa que é mais forte do que a gente. Tem coisa que é verdadeira nesse mundo de mentiras e aparência. Isso se chama amor de pai. Há pai sério, como aquele engraçado, ou ainda sarcástico. Aquele sem noção e o bem racional. Pai forte, pai fraco, pai(aço) (brincadeira) e existe o meu pai, que é o melhor de todos. Att: Dona do blog
Eu que odiava tanto quando você corria para a ''caverna'' estou aprontando as malas. Sim, mas não se trata de você e sim de mim. Estou cansada das coisas fáceis e monótonas dessa minha pacata vida. Quero ação, atitude e se der, uma pipoca no fim de semana. Quero sair por de trás desse medo que me assola, quero sair dessa paranoia que criei. Sem histórias, sem compromisso. Despindo essa veste e entrando noutra, por que não despir-me dessa pele? A ''mulher da caverna'' pede um pouco de paz e até civilidade, e claro, sensibilidade. Quero ver o que os meus olhos não me tem deixado ver, quero e vou. Bem vindo seja essa nova fase. Bem vindo seja Julho. Att: Dona do blog
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Eu continuo aqui, assim, com as mesmas manias. Continuo indo dormir tarde, fazendo as mesmas coisas de sempre. Ah, e ainda dobro o travesseiro no meio para ficar mais alto e não perdi o costume de irritar as pessoas com minhas perguntas. Permaneço aqui. As pessoas são estranhas e eu continuo a gostar delas. Acordei sentindo um "sei lá", PS: aquela palavra que ainda precisa de tradução. Pois é e não sei explicar. A forma como deixamos as coisas irem embora ou saírem do coração as vezes parece injusta. E as vezes é preciso fechar algumas portas e jogar a chave fora. Acordei com medo. E eu tenho medo. Penso que é assim mesmo que deve ser. Saber distinguir entre o certo e o errado, entre o que me faz feliz e o que não me traz felicidade ainda custa algumas noites mal dormidas. Não tem não pensar, não decidir, não querer saber. E as pessoas falam como se fosse fácil parar, não saber, seguir, ir em frente, deixar pra lá, afinal, deixar pra lá pra muita gente é sinônimo de se sentir melhor. Entretanto não sou tão bem resolvida a ponto de ir ''empurrando'' as coisas com a barriga. O texto continua, mas não hoje. Att: Dona do blog
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Eu acho bonito o jeito que as pessoas lidam com suas crenças, com as pessoas, com as hipóteses que permeiam as suas próprias vidas, com o sentido de tudo que envolve a nossa existência. Acho fascinante os "por ques" eternos. Sei lá, o certo e o errado depende muito de como você vê as coisas. E eu posso estar errada quanto a isso, mas é bonito ver alguém botando sua fé em uma sorte, em uma pessoa, numa oportunidade, porque por mais que digam que não se deve fazer isso, a pessoa simplesmente está achando seu lugar no mundo, tentando acreditar em alguma coisa que faça sentido. Você não acha justo? E eu posso continuar estando errada... Mas as pessoas precisam acreditar em algo, seja no que for, nelas mesmas ou em qualquer outra coisa que as façam continuar a seguir, sem ao menos saber para onde vão, afinal, é o que fazemos. A gente nasce e cresce como viajantes, passa a maior parte do tempo se defendendo de nossas próprias respostas, das nossas próprias vontades e emoções. Viemos ao mundo sem saber o porque, e vamos embora sem saber pra onde vamos, ou qual é o ponto final mas esse é o curso. A vida te obriga a nascer e te obriga a morrer. E tudo que as pessoas querem e precisam é ser felizes nesse curto prazo, não importa como, apenas vivem... Não sei se é a minha falta de fé, mas tudo pra mim ainda é estranho... Talvez quando me acostumar com essa ideia eu já não esteja mais aqui. Até lá eu posso estar errada, mas nem sempre estar certa significa que seja a melhor coisa a se fazer.. Vai saber. Att: Dona do blog
sábado, 21 de junho de 2014
Deitei a cabeça em seu colo, ela passava seus dedos entre os meus cabelos e dizia: vai ficar tudo bem. E no outro dia ficava. A dor não passava como tinha que ser, mas saber que ela estava ali já me fazia melhor. Tinha uma ternura encantadora e um jeito sincero de quem procura abrigo. Tinha cheiro de primavera - da luz de primavera - me acalmava como uma canção de ninar. Seus olhos negros não possuía escuridão, eram aconchegantes, eram convites de quem tinha a solução dos maus dias. Na sua voz vibrava a forma mais delicada de compreensão. Por muito tempo ela foi meu abrigo. Me embalava nos seus gestos mais estabanados, ao mesmo tempo me distraía com a cor viva de seu batom - me ensinou a pintar os lábios como uma mocinha - me entregou a chave do brilho. Tinha uma personalidade tão cativante que atraía paz e olhares curiosos, uma mulher, uma menina, uma mãe - minha segunda mãe e alma gêmea - Hoje ela tem nome poesia, continua a deslumbrar por onde passa e mesmo que o vento mude os rumos do meu barquinho, sei que nela encontro um porto seguro.. Att: Dona do blog
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Faz um favor? Quando não amar mais, saia pela porta como saiu do coração, sem escândalos e sem falar mal. Você já ocupou um lugar que não é muito frequentado, então usar o bom senso continua a deixar a sua boa impressão, aquela que tive desde o começo. Claro, você pode estar pouco "se lixando" pra isso, mas é algo digno, de alguém que é maduro o suficiente pra sair de uma relação numa boa. Algumas pessoas tem o costume de extrapolar, gritar mais alto do que a dor de um fim, mas na real não faça nada que depois de dois dias se arrependa... Enquanto uns rasgam o verbo falando mal da sua ex-companheira a gente fica aqui, olhando e pensando: precisa de um motivo para concluir o fim do relacionamento?? Deixa quieto... Att: Dona do blog
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Posso estar perdendo o juízo, realmente, mas me sinto tão bem. Você me achava tão louca... hoje eu não quero saber se isso faz ou não sentido, não me serve, não é? Estou medindo a sua falta com uma caneca de leite em pó quentinho. Isso não é irônico? Posso me recordar dos seus casacos e do cheiro que eles tinham, e nada me faz querer voltar, chorar ou querer te matar. Isso é um bom sinal. Irônico, não é? Estou em junho torcendo pra pular meu aniversário... Comentário que não irá salvar o seu dia, nem o meu, mas poderia ser uma maneira de mudar de assunto. Perdi o juízo e acho que não quero encontra-lo. Estou bem. Mais feliz. Solta. Tomando decisões que nunca achei que conseguiria. Perdendo o medo de encarar as pessoas, de apertar suas mãos mais forte, como aquelas pessoas que fecham contrato, isso não é irônico? Att: Dona do blog
quinta-feira, 12 de junho de 2014
"Pega uma coca-cola e vamos conversar
Existem coisas que eu nunca nessa vida entendi"
Gente como a gente num tempo atrás. Gente que sente saudade porque apesar de toda essa frieza que vestiu consegue deixar pulsar o quente dos melhores sentimentos. Gente como nós que nos vemos pouco, mas que nos temos bastante no coração. Gente como um seriado, gente como as mesmas meninas do colegial. Crescer é um saco. E eu ria a cada vez que repetíamos isso. Crescer é um saco. Poxa, tantas coisas pra consertar e a gente só queria permanecer sempre juntas. Viver a vida do nosso jeito. Lembro-me da escada, dos tijolos e das laranjas. Lembro das caminhadas e do sol. Dos motivos que não tínhamos para acreditar que as coisas iriam ser melhores. Hoje a nossa certeza: crescer é um saco! Era tão legal rirmos juntas. Em algum lugar estão aqueles planos que tínhamos, alguém deve ter ouvido... o vento, o céu, Deus, quem sabe... um dia quem sabe a gente desenterre a caixinha com os nossos sonhos que nunca enterramos. Crescer é um saco, e vocês meninas sabem disso.. Att: Dona do blog


Coisa que você não sabe e por isso que vale a pena. Ganhei um livro a um tempo atrás de um amigo e isso me deixou feliz. Feliz também estava quando perdi o pé direito do meu sapato preferido. Então volte um pouquinho no tempo e veja aquela tarde em que estavam os seus amigos, que após um banho de rio sentaram em cima de uma lona amarela, riram, comeram e jamais voltaram lá. Regresse até a madrugada sentados na calçada da cidade vizinha e da parada no meio do caminho para quase cair de um penhasco. Volte ainda mais, volte naquela rua onde a louca da sua amiga gritou para o rapaz bonito que passava por lá. Viaje até aquela noite no parquinho onde vocês furaram o compromisso na igreja pra terminar a noite dentro de um carro jogando conversa fora, após o carro ficar sem bateria na beira da "prainha". Caminhe nessa linha do tempo. Vá a diante, para frente e para trás. Corra para aquele momento em que deixaram seu amigo sozinho no cemitério cantando e sem entender nada. Volte, mas não tente busca-lo no mesmo dia que abandonaram ele no mirante, porque se não perderia a cena de vê-lo com o corpo fora do carro mostrando os dedos (feios) numa pista de três faixas. Passeie pela casa daquele mesmo rapaz que você fez nós nas mangas das camisas e depois tomou o iogurte dele e guardou os potinhos sujos na geladeira. Vá para final de novembro. Onde era madrugada e ele lhe dizia: você com sono é mais louca ainda. Mais atrás, reconheça o rosto daquele moço que você deu um CD que nem seu era e de todas as risadas que deram com "os perdidos de Curitiba". Não esqueça de dar uma passadinha para ver seu amigo colocar os óculos escuros que antes foi posto no traseiro do cachorro. Falando em cachorro, Regresse até encontrar o dia que quase matou seu outro amigo, quando tentou se defender do cachorro imprensando sua cabeça na porta do carro. Passe bem rapidinho, mas bem rapidinho mesmo, por aquele momento: vem pro meu mundo. Passou bem rápido que quase ia esquecendo de lembrar da rodinha de amigos no interior Caroveira, que medo e que susto. Mas não vamos falar de assombração que você irá lembrar da provocação que foram fazer lá no Contestado e da sacolinha que na verdade você sempre soube que era uma assombração. Então descanse um pouco na lembrança da casa do seu amigo que casou a pouco tempo, lá naquela casa que você disse que ele iria vender pra você. Corra no tempo e vá para o primeiro do ano, assista mais uma vez o único filme que viram até o sol nascer para ver se prestou a atenção no final. Volte e veja em replay as duas vezes que você cortou a frente da combi. E se preciso for admita que vocês entraram na lanchonete só pra usar o banheiro. Caminhe sobre tuas lembranças. Pare no posto tomar um café e ganhar o abraço mais apertado que ganhou. Recorde que você sempre ia dormir quatro, cinco horas da madrugada e levantava as sete e meia pra ir trabalhar, e que mesmo assim você acordava muito feliz e sem reclamar. Volte para as vezes que saiam pra tomar seis milk shakes numa tarde apenas. O nosso sonho não acabou. As fotos do rio Irani ainda estão aqui. E seus amigos também. Corra imediatamente para aquele congresso de jovens que teve um final feliz, o pregador cantou o que tanto ensaiamos. Vai lá e tira o amigo secreto feito na loja. Lembrou né. Corre passar a noite no hospital por que ele não podia comer camarão. E volte pra dar um OI FAMILIA. Volte, mas não faça isso o tempo todo. Comece lendo meu texto ouvindo essa música, confia em mim.
"E essa porcaria de medo que me faz querer ficar um pouco mais na cama e não levantar nunca mais." Primeiro pensamento do dia. As coisas tomam tamanhos e proporções que nem imaginamos. Achamos que temos o controle das situações, mas não. Hoje acordei tarde, mas ainda deu tempo de pensar um pouco nas pessoas, em mim, em nós.. Aí vesti um jeans rasgado e um tênis alto. Era como eu queria sair de casa. Hoje eu curti minha tristeza. Estava triste e só. Só no sentido que isso me bastava. Sem melancolias, dramas e motivos, estava triste apenas. Aquela coisa de olhar perdido e longe, mas sem saber ao certo onde era esse "longe". Triste como uma criança que quer brincar lá fora, mas começa a chover. Triste como uma mãe que não vê seu filho a tempos, mas sabe que ele está bem. Triste como o rapaz que perdeu o ônibus, mas no caminho encontrou cem reais no chão da rodoviária. Triste como eu, que nem sabe ao certo o que é certo de verdade. Ouvi mais de um milhão de vezes a mesma música que ainda grita aqui: "..sei que você está bem, mesmo assim isso não me impede de chorar...". Hoje tinha abertura da copa do mundo, mas eu fui lavar o carro. Hoje era dia dos namorados também, e mesmo solteira ganhei muitos abraços. Fiquei na minha. Hoje não foi um dia tão frio e nem tão quente para junho. Hoje tinha aula mas eu não fui, fiquei com minha mãe, que a cada dor que eu dizia que sentia me respondia: "isso é normal". É, deve ser normal mesmo... Hoje as redes sociais estavam tão chatas, e o dia tão bonito. Hoje eu só estou aproveitando minha tristeza antes que ela vá embora.. ATT: Dona do blog
domingo, 1 de junho de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Me falta um pouco de poesia. Seja em decisões, palavras, ações ou jeitos.. me falta. E a falta sufoca, como se fosse dona da alma. Meus olhos já enxergaram horizontes bem mais longes, hoje eles descansam ao cair das pálpebras, infelizmente por um não-querer. Me falta a danada da poesia, a cortesia que tornava tudo mais colorido, um abrigo pra fugir desse caos. Um cais tão seguro quanto o teu abraço, uma prosa ou trova que me fizesse recordar. Hoje me falta a poesia.
sábado, 3 de maio de 2014
Tive uma conversa muito boa hoje. Sobre a vida. Essas coisas sabe de existir...
Me surpreendi de uma forma inquestionável quanto ao que ele pensava a respeito. Dividir a visão das coisas é simplesmente fascinante, mas analisar tudo isso da maneira como ele enxerga, os detalhes, foi inexplicável. Estou bem surpresa por conhecer um lado que antes não havia visto. Tenho esse meu jeito de ficar vidrada no comportamento das pessoas. Sou apaixonada pelas expressões, pelas personalidades alheias. Me encanta. Sou sensível com o olhar. Sim, presto a atenção na maneira de convívio que existe, seja quem for. Porquês são os meus fortes. Sempre presente, de todas as formas. Seja um porque curioso ou chato, eles fazem parte da minha essência, afinal o que move o mundo não são as respostas, mas sim as perguntas (PORQUES). Bom, pude concluir nessa prosa toda é que ele realmente é uma caixinha de surpresas, boas.. ATT: Dona do blog
Me surpreendi de uma forma inquestionável quanto ao que ele pensava a respeito. Dividir a visão das coisas é simplesmente fascinante, mas analisar tudo isso da maneira como ele enxerga, os detalhes, foi inexplicável. Estou bem surpresa por conhecer um lado que antes não havia visto. Tenho esse meu jeito de ficar vidrada no comportamento das pessoas. Sou apaixonada pelas expressões, pelas personalidades alheias. Me encanta. Sou sensível com o olhar. Sim, presto a atenção na maneira de convívio que existe, seja quem for. Porquês são os meus fortes. Sempre presente, de todas as formas. Seja um porque curioso ou chato, eles fazem parte da minha essência, afinal o que move o mundo não são as respostas, mas sim as perguntas (PORQUES). Bom, pude concluir nessa prosa toda é que ele realmente é uma caixinha de surpresas, boas.. ATT: Dona do blog
terça-feira, 29 de abril de 2014
Por falar em infância deu saudades de tudo. Sabe aquele filme: Esqueceram de mim? Pois é, me assemelho muito com o personagem. Eu era uma peste. Dei muita dor de cabeça para meus pais e vizinhança. Aprontava sempre. Apanhava todo dia e quando não apanhava pelo menos uma vez por dia achavam que eu estava doente, e sim estava. Até abri um sorriso me recordando da cara da minha nona que me falava: "maninha (meu apelido) tu não pode ser assim, tu tem que se comportar". Que se comportar o que, eu queria era chamar a atenção mesmo. Risquei dois carros e com uma inteligência fora do comum ainda escrevi meu nome, sabe, estava na primeira série e era emocionante escrever seu próprio nome, principalmente na lataria do carro. Quebrava as coisas e colocava a culpa nos outros, não que resolvesse, afinal todos sempre desconfiavam de mim. Minha irmã não era uma boa cumplice, tinha um defeito grave, não sabia mentir. Simplesmente não conseguia dizer "eu não sei de nada" ou "a gente já encontrou assim", cara ela ficava vermelha mas tão vermelha e começava a se esquivar, pronto, não precisava uma palavra pra mãe descobrir a verdade. Quantas e quantas vezes arrastava pelos cabelos minhas amiguinhas pelo fato de não concordarmos e não darmos o braço a torcer. Cada dia eu inventava algo pra estragar a paz em casa. Desde um beliscão até coisas mais sérias como tacar um pedaço de pau com prego bem no meio da testa da filha da vizinha, sim, hoje eu realmente tenho consciência do que fiz, mas naquela época era uma disputa pelo balanço! Ah e só pra constar eu não matei ela, só levou alguns pontos... Sujar lençóis nos varais alheios também era algo bem interessante, assim como passar trote na vizinhança, afinal telefone fixo era novidade naquela época. Subir nos móveis nem se comenta né. Quebrar as coisas nem se fala, ainda mais se eram novas. Ir brincar e deixar a mãe louca em casa de preocupação por ser já oito horas da noite era sempre motivo de ter mais um encontro com a "varinha" da mãe. Quebrá-la nunca resolveu nada, pois árvores era o que mais tinha ao redor de casa, mas não custava tentar, até lançarem o chinelo "Ryder" (acho que é assim que se escreve). Bom, não tinha nem como escapar daquela "arma". Duro pra caralh*. Doía pra caramba mesmo. Engraçado, mas a palavra mais perigosa da infância era: piu! Sim, minha mãe após me surrar dizia: "Pare de chorar, não quero ouvir mais nenhum piu!!" E a boca aberta aqui que não conseguia ficar quieta retrucava ela após virar as costas: "piu", pronto, uma chinelada a mais por isso. Mas tudo valeu a pena. Me divertia em apanhar. Confesso que era doido, mas sei lá, ser uma peste tinha seus lados bons.. Att: Dona do blog
Não sei como foi a tua criação, em que ambiente sua infância foi construída. Eu passei a maior parte da minha vida feliz. Feliz com pouco. Mas bem feliz. É claro, reclamei muito já. Já banquei a ingrata também, mas acredito que aprendi muito. Quando era pequena convivi com minha prima- irmã. Minha mãe a adotou antes mesmo do meu nascimento. Irmã. Ou melhor, no simples Susi. Ela é uma garota simplesmente fantástica e cá entre nós, por ter aturado esse terror que fui com certeza irá para o céu. Nossa família era simples. Meu pai e minha mãe nunca nos deixou faltar nada. Mas também não tínhamos luxos, ou como diziam: supérfluos. Vez em quando inventávamos moda, queríamos ter aquilo que as outras crianças tinham. Naquele tempo dinheiro aqui em casa era algo contado, então nossos pais não tinham como nos dar aquilo que queríamos. A gente até entendia. Quando íamos no mercado, nossa mãe já nos avisava antes: "escolhem um doce ou alguma coisa que vocês querem comer, não peçam as coisas que a mãe não vai dar." Sabíamos que eles não nos davam porque não tinham ou até mesmo para que aprendêssemos a não ter tudo que queríamos. Nos finais de verão, o pai trazia lenhas do mato, o inverno se aproximava então procurava trazer alguns metros de lenha para sustentar o fogo durante o frio. Nessa época nosso trabalho era empilhar lenhas. Passávamos a tarde fazendo isso. Depois do serviço concluído a mãe inventava algo, uma pipoca doce e a gente fazia festa. Brinquedos me lembro que tive, todos simples, mas estávamos mais costumadas a brincar com a terra. Também fazia da caixa de papelão onde ficavam as pantufas um avião. Me recordo da mãe vir brincar de pular corda conosco. Já o pai não. Ele não era muito participativo com essas coisas. Mas vez em quando jogava bola comigo no final da tarde. Me lembro bem do meu tio, ele sim brincava com a gente, principalmente de caçador. Não tem como esquecer de mencionar a peste que eu era. Menina levada. Menina do mato. Vivia nas capoeiras, queria ser que nem meu pai, achava que assim ele me daria atenção. Atenção. Coisa triste que marcou esse período. Talvez por ter sido a caçula por muito tempo e logo em seguida os holofotes virarem todos para meu irmão tenha me transformado nessa menina um pouco fria e revoltada. Na verdade isso não seria desculpa pelos meus atos irados durante a infância, não seria? Bom isso eu já não sei. Mas senti por um tempo muito longo a ausência de alguém vir sentar do meu lado e me elogiar. Fazia falta. Bom, nessa parte não quero me estender. Ainda não superei muito bem. Mas aprontei muito mesmo. Apanhava quase todo dia. Apanhava porque merecia. E acho que essa parte de apanhar é essencial para se educar ( psicólogos, educadores que me perdoem mas é verdade!). Sabe levo muitas recordações desse tempo. Não fui mimada por ninguém, e isso me fez bem. Apanhei, não ganhei tudo que queria, passei vontades, não tinha grana pra comprar o que os outros tinham, mas tudo isso me fizeram ser diferente, e acreditem EU NÃO MORRI pela falta disso ou por viver assim. Hoje as coisas procedem de outra forma. Vivemos bem, temos uma renda consideravelmente bem alta. Poderia ter tudo agora, mas mesmo assim meus pais fazem questão de nos lembrar que a essência de tudo não está no que eu quero de mão beijada, mas sim no suor de alguém que sabe que vai conseguir através do seu próprio esforço... Att: Dona do blog
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Eu nem sei o que escrever. Nojo. Repulsa. Tristeza. Raiva. Passa de tudo um pouco. Mais uma vez a mocinha caiu do cavalo, contos de fadas não são para ela... Talvez nem merecesse isso. Viver a vida real sem príncipes encantados não seria uma tarefa árdua, mas seria bom se alguém a fizesse feliz. Sim, feliz. Feliz como muitas pessoas por aí. Com um abraço apertado, com palavras gentis, com alguém que não a fizesse de brinquedo. Alguém que a assumisse, que soubesse expressar. Príncipe? Talvez ela não faça mesmo questão de conhecer um. Gostaria apenas de encontrar um rapaz simples e disposto a aceita-la como ela realmente é, maluca, comunicativa, engraçada, chata... Ela acreditou nele, mais uma vez. Acreditou quando ele a beijou depois de tudo, de dois fins. Ela sentiu de novo a alegria de estar ao lado dele, de sentir ele sobre seu corpo, como também novamente chorou dias depois... Ela quis virar gente grande e dizer que vai superar, ela superou antes, por que não iria superar agora? Superar e esperar? Não, ela cansou. Casou com o desgosto. Esperou tanto que viu os últimos anos escorrer pelas mãos presa em uma ilusão. Dói? Se perguntar isso a ela com certeza poderá lhe dizer as milhares de formas no qual sentiu o impacto de tudo isso. Agonia vem a mente quando olha para trás e vê tudo o que fez e como está agora. Igual. Inerte. Doença da parte dela em acreditar mais uma vez? É possível alguém conseguir ser tão vulnerável assim? Eu não sei... Att: dona do blog
terça-feira, 22 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Me encanta. Não sei mais o que dizer. Simples. Ou não, meio complexo... Difícil manter contato com alguém de longe, ou melhor, nunca consegui manter contato com alguém que morasse a mais de 10 km da minha casa. É claro, exceto essa peça aí. Diferente. Bem longe do comum. Sei lá. É como se a vida tirasse-o de dentro de uma cartola! Coisas boas costumam acontecer assim, do nada... Att: Dona do blog

Cara ela é louca de pedra! Na vida esse lance de conhecer pessoas sem se lembrar direito como começou a conversar é a maior doideira. Foi assim com ela. Não me recordo como ficamos amigas, até me esforço, mas não sei mesmo. Sabe, ela é daquelas que topa ser vida louca junto com a gente. Do tipo que te surpreende ao baixar o vidro do carro e gritar:" Seu lindo!" para o rapaz que nunca viu antes na vida e ficar rindo como uma maluca quando demos meia volta só pra ouvi-la gritar novamente outra coisas.. Muitas histórias mesmo, tantas que daria para escrever três livros numa só pegada.. Att: Dona do blog
Vou "roubar" algumas frases do Fabio Chap que falam exatamente o que está se passando por aqui..
"A verdade é que tá foda. Ontem descobri que o amor da minha vida encontrou o amor da vida dela. Quando vieram os papos de aliança dourada, eu quis desconversar, mas não teve jeito, meus amigos disseram alto: ‘Esquece de vez. Ela vai casar’.
"A verdade é que tá foda. Ontem descobri que o amor da minha vida encontrou o amor da vida dela. Quando vieram os papos de aliança dourada, eu quis desconversar, mas não teve jeito, meus amigos disseram alto: ‘Esquece de vez. Ela vai casar’.
Palavra não é revólver, mas mata tanto quanto. Não sejamos hipócritas, o sorriso de quem a gente ama também nos deixa destruídos no canto. Basta que não tenha sido ao nosso lado que os lábios, felizes, se abriram. E não entro em exageros de depressão e o caralho que for. Falo de perder o chão, as estribeiras, entender o que é dor. Ainda não sei o que vale a pena nessa vida. Porque nos apresentar pessoas tão distintas e marcantes se logo depois vai nos tirar à força? Talvez eu ainda precise entender que felicidade é o beijo que se dá no presente, não planos de futurismos baratos."
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Eu pensei em bancar a leviana e puxar qualquer assunto contigo pra matar aquela saudade. É engraçado esse meu jeito masoquista de te querer por perto. Por vez não retalhe como se eu fosse doente, apenas me apego fácil demais em quem me cativa. Olha, fiquei treinando milhões de frases prontas pra te dizer, e cá entre nós, ainda bem que minha coragem é nula. Você pode acreditar que isso seja mais uma das tantas besteiras que eu falo e pode até não dar a mínima, mas caramba, eu sinto a tua falta. Não sei como é pra você essa ausência de contato. Tão pouco tenho tido oportunidades de me informar sobre, mas independente de qualquer coisa eu penso: porque eu ainda sinto a tua falta? Você poderia me ajudar a responder não é? Porque raios as coisas boas das quais vivemos não conseguem ficar estáticas como uma fotografia velha num álbum?
sábado, 5 de abril de 2014
Hoje estávamos sentados numa roda realizando a ultima aula regida pelo professor Leandro. No meio de uma revisão geral, ele começou falar um pouco de seu legado. Contava de suas experiências e histórias e no meio de tudo isso comentou algo que realmente mexeu comigo. Falava então de até que ponto suas raízes estão prezas neste lugar, o que realmente esperamos depois que nos formássemos e ressaltou pela milésima vez o que minha mãe vem falando á séculos: estude, se aperfeiçoe. Engraçado como as coisas são. Como se do nada eu levasse um banho de água fria. Aquela ideologia de viver na barra da saia da mãe já não fazia mais sentido. E que por vez também salientou essa ''parada'' de ter um companheiro. O que não é tão simples. O meu lugar não é aqui, a contagem regressiva começou no momento em que decidi cursar agronomia, a partir desse momento eu deveria saber que não poderia me apegar a ninguém, não a ponto de mudar os meus planos e me fixar como um ''parasita'' ou melhor ''hospedeiro'' em alguém. Afinal se eu tiver que cruzar o país esse tal alguém viria comigo ou eu teria que abrir mão disso? Tudo parece tão longe de um raciocínio quando se tem a mente fechada, quando não se sonha alto. Ele me disse: guria, tu te especialize, faça um curso de inglês seja fluente e influente quanto ao conhecimento que tu quer ter. Desse momento em diante, foi como se eu passasse uma fita isolante nos meus sentimentos e ficasse fria quanto a isso e só me importasse com meu futuro, ou com a futura Eng. Agrônoma. Espero de todo o coração que isso não passe e que esse sentimento realmente blinde qualquer um outro que possa apaga-o. Está na hora de ser melhor pra mim... Att: Dona do blog
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Ele me falava bastante sobre morte e o que possivelmente vai nos acontecer, pensei e ironizei: " vamos fugir, eu não quero morrer". Agente costumava rir sobre tudo isso, sem peso na consciência, sem pensar que sim, somos um "saco de batatas", carbono puro em sua forma mais insignificante a nível humano, mas necessária ao ver da natureza. Nascer, crescer, fazer besteiras, ficar velhos e ir definhando. Esse seria o ciclo. A quase lógica. Repito QUASE lógica. No meu ver, filosofadas de uma época de faculdade. A vida é pequena pra questionar o certo ou errado, pra viver em tradições. Me falava mais ainda, que o suicídio começava por dentro, por hora achei um comentário obvio e um tanto quanto babaca, mas depois aquilo ficou martelando aqui dentro e percebi da forma mais cafona que sim, desfalecemos até o fim certeiro. Seja de qualquer maneira, seja um falecimento sem corpo presente ou com, seja com a morte de sentimentos onde você se afunda com eles, ou simplesmente morre com a rotina, com problemas pequenos, com suas contas, com o ''faz de conta'', com tudo isso. Att: Dona do blogterça-feira, 25 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
Todo mundo merece um amor. Um amor de verdade. Tipo os de filme, tipo assim, mas de verdade. Um amor com crises de ciúmes, daqueles que cause uma discussão e que no meio da discussão comecem a rir um da cara do outro e logo as pazes seria o próximo passo. Um amor maluco que te carregasse no colo enquanto você grita: "eu vou cair, me coloque no chão!!". Um amor muito apaixonado, daqueles que sobem numa cadeira no meio da lanchonete e que diga pra todo mundo: "eu sou um babaca e essa guria que está na minha frente é o amor da minha vida". Um amor que topa tudo, que topa molhar o traje social num banho de chuva numa noite bem fria. Um amor paciente que te ensine a tocar violão mesmo você não sabendo o que significa fá maior. Um amor que não te esqueça e que de vez em quando deixe um bilhete escrito a mão no meio de suas coisas. Um amor de domingo que mesmo sem nada pra fazer tem-se muito de conversa pra por em dia. Um amor que bata em sua porta de madrugada pedindo perdão por ser um imbecil. Um amor que não se importe em dar o braço a torcer e que te procure sempre que der saudades, mesmo sendo só pra te contar que andou cansado ou que achou uma moeda na rua. Um amor que te abrace e te faça esquecer o porque do dia tão triste. Um amor que saiba partilhar teu sorriso e multiplicar sua alegria. Um amor que lhe faça falta quando estiver ausente, mas que acima de tudo sempre esteja perto, mesmo longe. Att: Dona do blog
Assinar:
Postagens (Atom)
















